Jovem, de 25 anos, passou por uma cuirugia em um hospital de Araguaína. Vítima andava de moto pela cidade quando foi atingida por um disparo. Homem levou tiro na testa e sobreviveu em Araguaína
Reprodução/Redes sociais
“Eu tenho que agradecer todos os dias porque foi um livramento”. As palavras são da mãe do jovem, de 25 anos, que levou um tiro na testa enquanto andava de motocicleta por um bairro de Araguaína, norte do Tocantins. Após ser atingido, ele abandonou a moto no local e foi para casa dormir.
O rapaz e a mãe dele não terão os nomes divulgados nesta reportagem para que seja garantida a segurança da família.
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Para a mãe, a vida do filho é “um milagre de Deus”. Ele foi levado para um hospital de Araguaína e passou por uma cirurgia. Não há detalhes sobre o estado de saúde dele.
O caso aconteceu no último sábado (4) e está sendo investigado pela Polícia Civil. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que, a princípio, o crime é considerado tentativa de homicídio, e que a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai conduzir o inquérito policial.
O jovem levou o tiro enquanto trafegava pela Rua Camboriú, no residencial Itaipú, em Araguaína. A Polícia Militar (PM) informou que ele não procurou ajuda médica, abandonou a moto e foi para casa dormir. Os militares encontraram a bala que atingiu o homem amassada no meio da rua.
Bala que atingiu a vítima na testa
PM/Divulgação
Após ir para casa com o ferimento na testa, a mãe da vítima viu manchas de sangue nas roupas do filho e acionou a PM e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que fez o atendimento.
Em todo o momento, segundo a PM, ele estava lúcido e teria contado aos militares quem fez o disparo. A moto foi encontrada no setor Raizal, e na rua havia vestígios de sangue e o projétil da bala.
Como isso é possível?
Em entrevista ao g1, o neurocirurgião Antônio Sérgio Guimarães explicou que a lesão na cabeça provocada por arma de fogo pode não ser letal. Mas isso depende da área afetada, calibre utilizado, distância, posição do projétil e da vítima no momento do disparo.
“A gravidade é menor mas também é grave. Depende muito do local que é atingido no crânio”, disse o neurocirugião.
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Fonte: G1 Tocantins
