Marroquino sentenciado a morte por juri pró-Rússia tem nacionalidade ucraniana, diz pai

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Ela foi preso e julgado ao lado de dois britânicos. Os dois britânicos e o marroquino condenados à pena de morte por uma Corte de uma região separatista pró-Rússia no leste da Ucrânia, durante julgamento em 8 de junho de 2022.
via Reuters
O pai do marroquino condenado à morte por um tribunal da autoproclamada República Popular de Donetsk (DPR) disse nesta segunda-feira (13) que seu filho deveria ser tratado como prisioneiro de guerra, pois é um cidadão ucraniano que se entregou voluntariamente.
O marroquino Brahim Saadoun e os britânicos Aiden Aslin e Shaun Pinner foram considerados culpados de “atividades mercenárias e cometer ações destinadas a tomar o poder e derrubar a ordem constitucional” da RPD, disse a mídia russa na semana passada.
Os três homens foram capturados enquanto lutavam pela Ucrânia contra a Rússia e as forças apoiadas pela Rússia.
Os dois britânicos e o marroquino condenados à pena de morte por uma Corte de uma região separatista pró-Rússia no leste da Ucrânia, durante julgamento em 8 de junho de 2022.
REUTERS
O combatente marroquino recebeu a nacionalidade ucraniana em 2020 após passar por um ano de treinamento militar como requisito para acessar estudos de tecnologia aeroespacial em uma universidade em Kiev, disse seu pai Tahar Saadoun em um e-mail à Reuters.
“Ele se entregou ‘voluntariamente’ e deve ser tratado como um ‘prisioneiro de guerra’. Recorreremos à sentença dele”, disse o pai.
“Nós, como família, sofremos com a ausência de contato com o advogado para trocar informações jurídicas e isso aumenta nossa provação”, disse ele.

Fonte: G1 Mundo