Corpo de 7º suspeito de integrar quadrilha que atacou cidade em Mato Grosso ainda aguarda identificação no IML de Palmas

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Homem foi morto após ser visto por policiais que faziam patrulha de helicóptero na zona rural de Pium. Ele não tinha nenhuma documentação, segundo a polícia. Morte aconteceu no sábado durante ação da Operação Canguçu
Divulgação/PM TO
O corpo do sétimo suspeito morto na operação Canguçu, realizada na região oeste do estado, ainda não foi identificado e segue no Instituto Médico Legal de Palmas (IML). A morte aconteceu durante cerco policial que busca bando suspeito de atacar cidade em Mato Grosso e fugir para o Tocantins. A operação completou duas semanas nesta segunda-feira (24).
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O homem foi morto no final da tarde de sábado (22), na zona rural de Pium. Ele foi visto por policiais que estavam em um dos helicópteros que faz patrulhamento nas buscas pelos criminosos. Depois do contato visual, as equipes pousaram a aeronave e os policiais tentaram se aproximar.
Conforme a Polícia Militar (PM), nesse momento houve o confronto que terminou na morte do suspeito. O homem estava armado com duas pistolas, que foram apreendidas pelos integrantes da operação.
Segundo a Polícia Civil, ele não tinha nenhum documento de identificação quando foi encontrado. No sábado, o corpo foi levado para o IML de Paraíso do Tocantins e no dia seguinte, transferido para a unidade de Palmas.
A polícia acredita que pelo menos 11 integrantes da quadrilha podem estar espalhados entre o Tocantins até a divisa com o estado do Pará. Até o momento, sete pessoas morreram e duas foram presas.
Operação Canguçu, que busca por criminosos suspeitos de aterrorizar cidade de MT completa duas semanas
Divulgação/PM
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Cerco fechado
A operação, que começou no dia 10 de abril, conta com 350 policiais civis e militares do Tocantins, Mato Grosso, Pará, Goiás e Minas Gerais. Helicópteros, drones, viaturas e demais equipamentos ajudaram na localização dos suspeitos e apreensão do arsenal que estava em posse da quadrilha.
A Polícia Militar (PM) acredita que pelo menos 20 pessoas participaram da invasão à empresa de transporte de valores e base policial em Confresa. Eles teriam entrado no Tocantins com ajuda de barcos através dos rios Araguaia e Javaés. Diversos confrontos já aconteceram na região.
Equipes policiais fazem bloqueios na zona rural de Pium e região
Divulgação/PM
A população dos municípios de Pium, Marianópolis e região está convivendo com o medo. Com isso, aulas foram suspensas e atendimentos de saúde na zona rural dos municípios. Em Pium, onde se concentra a maior parte das ações, a prefeitura declarou situação de emergência por causa dos confrontos. Na sexta-feira (21), a população recebeu cestas básicas.
A orientação da Polícia Militar (PM) enquanto durar a operação Canguçu evite transitar por estradas vicinais. Bloqueios estão fiscalizando todos os veículos que passam por rodovias estaduais da região, no intuito de localizar os integrantes do grupo criminoso, considerado de alta periculosidade.
Além da orientação para evitar sair de casa, a PM ainda pede ajuda das pessoas para que entrem em contato no caso de alguma movimentação ou algo que chame a atenção para localizar e identificar os suspeitos.
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Fonte: G1 Tocantins