Projeto já alcançou 600 produtores rurais de municípios do interior do Tocantins. Em maio deste ano, bioma Cerrado registrou 3.578 focos de queimadas. Aumento das queimadas faz estado do Tocantins antecipar campanhas de prevenção
Com o aumento dos focos de incêndios florestais no Tocantins, equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos já iniciaram as orientações à população que mora na zona rural sobre os riscos das queimadas irregulares. Os moradores também são informados do que podem fazer em caso de incêndios.
A ação faz parte do projeto Foco no Fogo, realizado por instituições que compõem o Comitê Estadual de Prevenção e Controle às Queimadas e Combate aos Incêndios Florestais (Comitê do Fogo).
O chacareiro Remilson Cavalcante já teve prejuízos com queimadas e passou a tomar mais cuidados depois de receber as orientações das equipes. Ele faz queimadas controladas para reduzir os danos em caso de incêndio. “Eu tenho o cuidado de todo ano fazer o aceiro negro, que é o da beira da estrada. Porque fica um espaço maior para evitar o fogo”, conta.
A preocupação fica maior quando são analisados os números de maio de focos de incêndio. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 3.578 focos de queimada no Cerrado, o maior número desde o começo do monitoramento, em 1998. Já a Amazônia registrou mais de 2,2 mil focos de incêndio, o pior resultado em 18 anos.
Segundo Karynne Sotero, secretária executiva de meio-ambiente do Tocantins, os trabalhos também são feitos em propriedades que já registraram focos. “A gente vai exatamente naquela propriedade que queimou no ano passado, que queimou no ano retrasado e a gente faz exatamente aquele trabalho de conscientização”.
O projeto já alcançou 600 produtores rurais, como a Dona Solianne, que entende que incêndios afetam a todos. “Se botar fogo é prejuízo para nós. Por que aqui é só plantio nosso”, diz a idosa.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Com o aumento dos focos de incêndios florestais no Tocantins, equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos já iniciaram as orientações à população que mora na zona rural sobre os riscos das queimadas irregulares. Os moradores também são informados do que podem fazer em caso de incêndios.
A ação faz parte do projeto Foco no Fogo, realizado por instituições que compõem o Comitê Estadual de Prevenção e Controle às Queimadas e Combate aos Incêndios Florestais (Comitê do Fogo).
O chacareiro Remilson Cavalcante já teve prejuízos com queimadas e passou a tomar mais cuidados depois de receber as orientações das equipes. Ele faz queimadas controladas para reduzir os danos em caso de incêndio. “Eu tenho o cuidado de todo ano fazer o aceiro negro, que é o da beira da estrada. Porque fica um espaço maior para evitar o fogo”, conta.
A preocupação fica maior quando são analisados os números de maio de focos de incêndio. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 3.578 focos de queimada no Cerrado, o maior número desde o começo do monitoramento, em 1998. Já a Amazônia registrou mais de 2,2 mil focos de incêndio, o pior resultado em 18 anos.
Segundo Karynne Sotero, secretária executiva de meio-ambiente do Tocantins, os trabalhos também são feitos em propriedades que já registraram focos. “A gente vai exatamente naquela propriedade que queimou no ano passado, que queimou no ano retrasado e a gente faz exatamente aquele trabalho de conscientização”.
O projeto já alcançou 600 produtores rurais, como a Dona Solianne, que entende que incêndios afetam a todos. “Se botar fogo é prejuízo para nós. Por que aqui é só plantio nosso”, diz a idosa.
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Fonte: G1 Tocantins