Agentes de endemias vão orientar moradores comerciantes e recolher possíveis focos do mosquito na Arse 131 (1.304 Sul) no próximo sábado (11), das 8h às 12h. Agentes de endemias estarão na Arse 131 (1.304 Sul) das 8h às 12h
Raiza Milhomem/ Secom Palmas
De janeiro até o último dia 28 de maio, Palmas confirmou 7.365 casos de dengue e 879 de chikungunya no acumulado do período. Diante dos altos números e para acabar com possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, agentes de endemias vão realizar no próximo sábado (11), das 8h às 11h, um mutirão de visitas em casas e comércios da quadra Arse 131 (1.304 Sul).
O intuito da ação, segundo a Secretaria Municipal da Saúde (Semus), é orientar moradores e comerciantes sobre como sobre como evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela urbana. Os agentes também recolher possíveis criadouros do Aedes.
A previsão é que os agentes da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ) visitem 791 residências, 10 comércios, 74 terrenos baldios e 11 outros tipos, totalizando 886 imóveis.
Para a orientação educativa sobre os riscos dos possíveis focos, a Semus pede que os moradores abram suas casas e seus comércios para as equipes.
Também farão parte da ação fiscais da Vigilância Sanitária Municipal (Visa), homens do 22º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro e servidores da Secretaria Municipal da Infraestrutura.
Acumulado de casos
Segundo o Monitoramento Semanal das Arboviroses Semus, em 2022, Palmas já registrou 17.362 casos suspeitos de dengue, 2.906 suspeitas de chikungunya, 441 de zika vírus e seis de febre amarela. Apesar das confirmações de dengue e chikungunya, não houve confirmação de pacientes com zika vírus ou febre amarela até o dia 28 de maio.
Dicas para acabar com o mosquito
Entre as principais formas e acabar com a proliferação do mosquito, segundo a UVCZ estão:
Manter o domicílio sempre limpo e livre de recipientes com água parada;
Dar atenção especial às calhas, que não devem estar obstruídas, pois acumulam água e podem virar criadouro de mosquito);
Manter caixas d’ água sempre bem fechadas;
Colocar tela em ralos;
Evitar deixar recipientes como garrafas, potes, vasos de plantas e outros com água.
“Temos trabalhado com visitas domiciliares, ingressos forçados em imóveis fechados; blitzen educativas e atividades educativas em unidades escolares”, explicou Maressa Castro, diretora da Vigilância em Saúde da Semus.
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Fonte: G1 Tocantins
