Ministério Público irá apurar as denúncias feitas por entidade de proteção aos animais. Agressões a cavalos são registradas durante a cavalgada de Araguaína
Diversas denúncias de agressões a cavalos durante a Cavalgada de Araguaína, evento que faz parte da Expoara 2022, circularam nas redes sociais. Em em dos vídeos, divulgado pela Associação Protetora dos Animais de Araguaína (Apaa) é possível ver integrantes de comitivas batendo em cavalos enquanto estavam montados e até um animal com um ferimento aberto no focinho.
Diante da situação, a 12ª Promotoria de Justiça de Araguaína, irá apurar o caso, para identificar os autores do crime de maus-tratos contra os animais. O evento, que contou com a presença de mais de cinco mil cavaleiros e amazonas, ocorreu no último domingo (3).
Na última quinta-feira (2), o Ministério Público Estadual (MPTO) recomentou ao Sindicato Rural de Araguaína, às comitivas de cavalos e aos órgãos fiscalizadores, orientações destinadas à proteção dos animais e a exigência de comprovação de vacinação ou exames laboratoriais prévios de cada cavalo participante dos eventos.
A recomendação também cobrava a garantia do bem-estar dos cavalos, e horários deveriam ser obedecidos para evitar o esforço excessivo dos animais, exigências contrariadas conforme as denúncias.
Segundo o promotor Airton Amilcar, após a identificação, os suspeitos poderão ser multados e indiciados, caso os crimes de maus-tratos sejam confirmados.
O Ministério Público encaminhará os vídeo que mostram as agressões à Polícia Civil, Polícia Militar Ambiental e Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de Araguaína.
Sindicato
Em nota, o Sindicato Rural de Araguaína informou que repudia qualquer ato de maus-tratos em animais, e que realizou reuniões com as comitivas, onde foram estabelecidas rígidas regras de cuidados com os animais durante a Cavalgada.
O sindicato ainda ressalta que as imagens que circulam nas redes sociais, com cavalos feridos e sofrendo agressões, são casos isolados, e que a entidade está colaborando com as autoridades para identificar os envolvidos, “para que sejam tomadas as devidas providências legais, pelas autoridades competentes”.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
Diversas denúncias de agressões a cavalos durante a Cavalgada de Araguaína, evento que faz parte da Expoara 2022, circularam nas redes sociais. Em em dos vídeos, divulgado pela Associação Protetora dos Animais de Araguaína (Apaa) é possível ver integrantes de comitivas batendo em cavalos enquanto estavam montados e até um animal com um ferimento aberto no focinho.
Diante da situação, a 12ª Promotoria de Justiça de Araguaína, irá apurar o caso, para identificar os autores do crime de maus-tratos contra os animais. O evento, que contou com a presença de mais de cinco mil cavaleiros e amazonas, ocorreu no último domingo (3).
Na última quinta-feira (2), o Ministério Público Estadual (MPTO) recomentou ao Sindicato Rural de Araguaína, às comitivas de cavalos e aos órgãos fiscalizadores, orientações destinadas à proteção dos animais e a exigência de comprovação de vacinação ou exames laboratoriais prévios de cada cavalo participante dos eventos.
A recomendação também cobrava a garantia do bem-estar dos cavalos, e horários deveriam ser obedecidos para evitar o esforço excessivo dos animais, exigências contrariadas conforme as denúncias.
Segundo o promotor Airton Amilcar, após a identificação, os suspeitos poderão ser multados e indiciados, caso os crimes de maus-tratos sejam confirmados.
O Ministério Público encaminhará os vídeo que mostram as agressões à Polícia Civil, Polícia Militar Ambiental e Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente de Araguaína.
Sindicato
Em nota, o Sindicato Rural de Araguaína informou que repudia qualquer ato de maus-tratos em animais, e que realizou reuniões com as comitivas, onde foram estabelecidas rígidas regras de cuidados com os animais durante a Cavalgada.
O sindicato ainda ressalta que as imagens que circulam nas redes sociais, com cavalos feridos e sofrendo agressões, são casos isolados, e que a entidade está colaborando com as autoridades para identificar os envolvidos, “para que sejam tomadas as devidas providências legais, pelas autoridades competentes”.
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Fonte: G1 Tocantins